Da curiosidade digital à fabricação sob demanda
A Hatsumeika nasceu dentro do mesmo ecossistema criado por Kevin Henrique, fundador da Suki Desu. Depois de anos publicando projetos digitais, catálogos, guias e ferramentas para públicos diferentes, a impressão 3D entrou como uma extensão natural: tirar ideias da tela e colocar algo concreto na mão do cliente.
O nome vem do japonês e carrega a ideia de inventor. Essa escolha combina com o tipo de pedido que chega todos os dias: uma lembrança que não existe pronta, um chaveiro com identidade própria, uma peça que precisa ser testada, um modelo baixado da internet que precisa ser preparado para impressão ou um presente que não deveria parecer comum.
A operação fica em Anápolis, Goiás, e atende principalmente por WhatsApp. Cada conversa começa com uma pergunta simples: o que você quer resolver com essa peça? A resposta orienta material, tamanho, acabamento, prazo, custo e até a decisão de não imprimir quando o arquivo ou o uso esperado não combina com o processo.